Meu granjoeiro amigo (Meu grande Amigo)
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10 Juin 2007 à 00:00 dans
- Général



Uma exposição e venda de cerâmica negra de Molelos (Cidade e Concelho de Tondela) está patente ao público desde o dia 17 e se prolonga até ao final do mês de Junho. A exposição apresenta um conjunto significativo de peças de oito oleiros, que vão desde a linha tradicional até uma linha mais experimental. O discurso expositivo procura mostrar as especificidades de cada autor, oferecendo uma imagem de conjunto, que surpreende pela diversidade de propostas que existem neste momento nas olarias de Molelos, afinal uma terra que é o principal centro produtor de cerâmica negra do país, onde existem mais oleiros em actividade. A cerâmica de Molelos inscreve-se numa tradição, de que se desconhecem todos os elos da cadeia. Foram encontrados vasos fúnebres de olaria negra, que remontam à Idade do Bronze, na Necrópole de Paranho (sítio das Relvinhas) desta Freguesia. Por outro lado, a existência de barro em Molelinhos, que ainda hoje é utilizado pelos oleiros, reforça a ideia de uma cadeia de produção que se manteve até à actualidade. A exposição é produzida por Luís Chaves e Marta Amaro com o apoio da Junta de Freguesia local e da Câmara Municipal de Tondela. Os oleiros participantes, são os seguintes: António Duarte e António Coimbra (Feitiço da Púcara), António Marques (Olaria Moderna), Fernanda Marques (Olaria Tradição), Graciano Coimbra (Olaria Artesanal), Gilberto Silva (Olaria Tradição Mais), Luís Carlos Lourosa e José Manuel Lourosa (Artantiga). Até ao dia 30 de Junho, uma oportunidade para muitas gentes do Concelho de Tondela, se deslocarem até às lindas terras de Lafões e visitarem, um dos expoentes máximos do património cultural, no sector do artesanato, da nossa não menos bela região de Besteiros, que fica do lado de cá da Serra do Caramulo e se estende até às margens do Dão. |

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Cruzeiro

Brasão da quinta do paço 
Saudades de Molelos
Da minha terra, parti,
Deixei tudo, para trás,
A casa onde vivi,
A serra, que transmitia paz.
Deixei meu olhar, na ribeira,
Para os peixes guardar,
Também a linda roseira,
Com rosas de encantar.
O sopro, da brisa que passa,
Num dia de primavera,
O sol, que vem e abrasa
Tudo isto, é uma quimera.
Deixei meus ouvidos, á escuta,
Para os pássaros, ouvir cantar,
Também as árvores, com fruta,
Prometo, um dia vou regressar!...
Autoria: Dora Coimbra
Rio Criz


Molelos
Eu não nasci, em Molelos,
Mas por sua gente, fui adoptada,
Depois de vir habitar, no seio deles,
Já depois de estar casada.
Melhor que Molelos, somente,
Minha terra do coração,
Linda cidade, meu pensamento,
Que linda, que é o Fundão.
Molelos é cheio de encantos,
Com seus lindos, fontanários,
Seus ranchos e lindos cantos,
a adornalos , seus belos vestuários.
Também há, o Clube Atlético de molelos,
Que fáz vibrar, muitos corações,
Têm sonhos e desejam concebelos,
Querem ser um dia, grandes campeões.
Se um dia, visitar Molelos,
Saiba que vai poder encontrar,
Belas olarias e habilidosos oleiros,
Suas obras d’arte, pode apreciar e comprar!...
Autoria: Dora Coimbra

